Tudo começou com uma denúncia anônima sobre a insegurança na agência. O Sindicato, então, enviou um ofício ao Itaú, pedindo que a decisão fosse reavaliada. No documento, a entidade lembrou que o bairro é um dos mais violentos da cidade e que a agência frequentemente lida com situações tensas, que antes eram contidas pela equipe de segurança.
Em resposta, o Itaú informou que não voltará atrás. O banco argumentou que, como não haverá mais dinheiro em espécie circulando na agência, a presença de vigilantes não seria mais legalmente necessária. Segundo o banco, a segurança será feita por câmeras, alarmes e um "botão de pânico".
Para o Sindicato, a justificativa do Itaú não é suficiente. A entidade defende que a segurança das pessoas, tanto dos bancários quanto dos clientes, deve vir em primeiro lugar, independentemente de haver ou não dinheiro no local. "A segurança bancária é sobre proteger vidas, não apenas o patrimônio", afirma o presidente do Sindicato dos Bancários de Goiás, Sergio Costa. A entidade promete continuar cobrando o banco para garantir um ambiente de trabalho seguro para todos.
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