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Febraban acena com confiança

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21/12/2015 - 08:20

Em nota, Federação Brasileira de Bancos diz confiar em Nelson Barbosa e que ajuste fiscal é necessário

São Paulo - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disse ontem ter confiança no novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Em nota, a federação afirma que é necessário manter o ajuste fiscal e realizar reformas. "Em suas primeiras declarações, o novo ministro reiterou a necessidade inadiável de assegurar o superávit primário aprovado na Comissão de Orçamento e de implementar reformas estruturais nas áreas tributária e da Previdência Social."

A federação também afirmou ser benéfica a experiência no novo ministro do Planejamento. "Nesse esforço, é positivo que possa contar com a colaboração do novo ministro do Planejamento, Valdir Simão, especialista em gestão, com um histórico de atenção à responsabilidade fiscal. A Febraban recebe com satisfação os compromissos assumidos pelos novos ministros, a quem deseja sucesso, e reafirma sua disposição de continuar trabalhando com a equipe econômica em prol do desenvolvimento do Brasil."

Mercosul

Em meio à transição no Ministério da Fazenda, provocada pela substituição de Joaquim Levy por Nelson Barbosa, o Brasil foi o único país a não enviar um representante de primeiro escalão à cúpula do Mercosul, em Assunção. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, tampouco viajou para o Paraguai.

Coube a Marden de Melo Barbosa, superintendente de integração do Ministério da Fazenda, a tarefa de representar o Brasil. A Argentina enviou o ministro da Fazenda, Alfonso Prat-Gay e o presidente do banco central, Federico Sturzenegger, que participam da cúpula poucos dias após serem empossados e em meio a numerosos anúncios na área econômica.

Em conversa com jornalistas, Sturzenegger voltou a afirmar que o Mercosul é prioridade para o atual governo argentino. Os chanceleres de todos os países membros estão reunidos neste momento.

Há expectativa de que discutam o tratamento à Venezuela. Argentina e Paraguai defendem uma atitude mais firme dos sócios contra o país, para pressionar Nicolás Maduro a liberar políticos presos. A chanceler venezuelana, Delcy Rodríguez, foi a última a chegar.

O boliviano Evo Morales e o venezuelano Maduro estavam previsto para chegar ainda ontem .

Não muda nada

O ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, disse que a "política econômica não muda", apesar da troca no Ministério da Fazenda. Em Assunção, onde participa da cúpula do Mercosul, Monteiro afirmou que o novo titular, Nelson Barbosa, se relaciona bem com o Congresso e tem a confiança da presidente Dilma Rousseff.

“O ministro Nelson é alguém que esteve, nesse período todo, dentro da formulação da política econômica. As linhas gerais da política econômica não mudam, cada ministro tem um estilo, mas as linhas não mudam", afirmou.

Monteiro acrescentou que o governo Dilma continuará buscando "firmemente" o equilíbrio fiscal, mas, ao mesmo tempo, gerar iniciativas para que a economia brasileira renha uma retomada.

O ministro também comentou a pesquisa Datafolha, que mostra uma recuperação da aprovação de Dilma Rousseff. "O que nós desejamos é que este processo político no Brasil, que tem sido marcado por uma disputa muito radicalizada, dê lugar a uma discussão para promover mais rapidamente uma agenda econômica. A disputa política, ao meu ver, embora legítima, ela deve ter como limite os interesses do país." Segundo ele, o processo de impeachment da presidente Dilma não foi tratado na reunião de ministros do Mercosul.

Fonte: Jornal O Popular

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