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Polícia prende sete suspeitos de levar R$ 370 mil de banco em Taguatinga

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08/08/2013 - 09:13
Um dos suspeitos detidos foi Fábio Porto de Oliveira, que era o vigilante da agência e foi visto no vídeo. A polícia suspeita que ele teria simulado a rendição e negou o crime

Sete suspeitos de assaltar uma agência do Banco do Brasil, na QNE 17, em Taguatinga Norte, na última terça-feira (30/7), foram detidos na noite dessa quarta-feira (7/8). Segundo a polícia, eles levaram R$ 370 mil do banco - R$ 153 mil foram recuperados.

Um dos suspeitos detidos é Fábio Porto de Oliveira, vigilante da agência que foi visto no vídeo divulgado pela polícia. A polícia suspeita que ele teria simulado a rendição, embora ele tenha negado o crime. O suspeito Carlos Eduardo Santos Ribeiro, que também aparece nas imagens segurando uma sacola azul usada para recolher o dinheiro, foi detido em Uruçuí, no Piauí.

Rodrigo Oliveira dos Santos, Amaury Benedito Machado, Iracy da Silva, conhecida como Tati e Maria Ângela de Araújo foram detidos também suspeitos de participar do crime. Na casa da irmã de Maria foram encontrados os R$ 153 mil - parte do dinheiro roubado. Os suspeitos chegaram a comprar um Golf preto no valor de R$ 15 mil.

Entenda o caso
Nas imagens divulgadas pela Polícia Civil, o segurança da agência e o tesoureiro são rendidos por um homem de baixa estatura, um pouco calvo, com uma blusa azul e um símbolo amarelo. Ele carrega uma sacola azul e depois passa para o segurança, que recolhe o dinheiro e o entrega ao assaltante - trata-se, segundo a polícia de Carlos Eduardo.

Das 15 câmeras instaladas na agência, apenas duas funcionavam no momento do crime. Por isso, não foi possível captar a imagem do segundo suspeito que, segundo testemunhas, vigiava o local fora da sala filmada.

Os dois assaltantes estavam armados e surpreenderam os bancários. Eles fugiram com o dinheiro e deixaram as vítimas presas na sala de auto-atendimento.

De acordo com o chefe da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (DRF), Fernando César, o crime ocorreu quando os funcionários deixavam o local. Informações apuradas pelo Correio apontam que as digitais dos criminosos seriam a principal aposta dos peritos para encontrar os criminosos.

Fonte: Correio Brasiliense
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