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Focus: Mercado reduz a projeção da inflação

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26/02/2013 - 09:12

Brasília - Analistas do mercado financeiro reduziram levemente a estimativa para a alta da inflação este ano, ao mesmo tempo em que elevaram a projeção para a taxa de crescimento da economia brasileira.

De acordo com a pesquisa Focus, divulgada ontem pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano com uma alta de 5,69% e não 5,70% como previsto no levantamento anterior. Essa é a segunda semana consecutiva que os analistas consultados pelo BC reduzem, ainda que de forma marginal, a estimativa para a variação do índice de preços que baliza a política de metas de inflação.

A nova projeção está acima do centro da meta fixada pelo governo - de 4,5% -, mas se encontra em patamar inferior à variação registrada pelo IPCA em 2012. No ano passado, o indicador avançou 5,84%. Para 2014, a estimativa dos analistas para o índice “oficial” de inflação segue em 5,50% há 15 semanas.

Selic

Apesar da discussão sobre um possível aumento da taxa básica de juros ainda este ano ter ganhado corpo nas últimas semanas entre operadores e economistas, o levantamento semanal feito pelo BC segue indicando um cenário de manutenção da Selic. De acordo com a pesquisa, a taxa deve permanecer no atual patamar de 7,25% ao ano até dezembro.

Um novo ciclo de ajuste da Selic só aconteceria a partir do ano quem. Ainda assim, o aumento não seria muito forte. Pelas estimativas coletadas pelos técnicos do BC, a taxa básica encerrará 2014 em 8,25% ao ano.

Ao mesmo tempo em que esperam uma inflação um pouco menor, os economistas ouvidos pelo BC calculam que a economia brasileira poderá crescer 3,10% este ano. A nova previsão para a taxa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) é superior aos 3,08% estimados na pesquisa passada. Para 2014, a estimativa de crescimento sofreu uma correção, passando de 3,65% para 3,60%.

A projeção para a taxa de câmbio no final de 2013 recuou. Para o fim deste ano, os analistas estimam que o dólar estará valendo R$ 2,00 e não mais R$ 2,02 como projetado no levantamento anterior. Para o fim de 2014, os cálculos mantém a indicação de um dólar cotado a R$ 2,05.

Fonte: Jornal O Popular


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