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Consumo: Mantega reclama da baixa oferta de crédito

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06/06/2014 - 08:51

Um dia depois de sinalizar que o governo não deve adotar medidas para facilitar o financiamento de automóveis, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a reclamar da baixa oferta de crédito para o consumo no País, embora os níveis de inadimplência sejam baixos atualmente. “Por isso estamos movimentando pouco o comércio”, avaliou durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) no Palácio do Planalto.

Para Mantega, o Brasil poderia ter uma taxa maior de expansão da economia se houvesse mais crédito para consumo. “Tem gente que acha que faz o País crescer só com investimento. Não. Tem que estimular o consumo, em menor medida. Hoje vivemos essa situação (de escassez do crédito para consumo). Acredito que é passageira Quando houver recuperação do crédito livre, teremos aumento do crescimento do comércio e isso vai estimular o investimento”, argumentou.

Nos últimos meses, o ministro tem reclamado frequentemente da resistência dos bancos em liberar crédito para o consumo. Mantega tem argumentado que é preciso melhorar as condições do crédito para que o crescimento da economia seja mais forte.

As montadoras também têm engrossado o coro. O setor automotivo tem negociado com o governo medidas que possam facilitar a liberação dos empréstimos pelos bancos. No entanto, as propostas em estudo têm enfrentado resistências das instituições financeiras e do Banco Central. Isso fez com que Ministério da Fazenda recuasse. A área econômica não tem alimentado as esperanças de anúncio de medidas nessa linha para o setor.

O presidente da Fiat Chrysler para a América Latina, Cledorvino Belini, disse que existe demanda para aquisição de automóveis, mas que o conservadorismo dos bancos na aprovação dos financiamento tem inibido os negócios. Ele afirmou também que o governo deveria reduzir o IPI sobre a aquisição de automóveis e não elevar a alíquota como está previsto para o mês que vem. Segundo ele, o setor tem a maior carga tributária do mundo e a redução do imposto impulsiona a demanda.

Fonte: Jornal O Popular

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