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Bovespa fecha em alta de mais de 2% após três pregões de queda

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03/09/2015 - 09:28

Ibovespa, principal indicador da bolsa, subiu 2,17%, a 46.463 pontos.
Vale teve forte valorização; Petrobras e bancos também subiram.

A Bovespa fechou em alta nesta quarta-feira (2), ensaiando alguma recuperação após três pregões de perdas, em movimento alinhado à melhora nas praças acionárias no exterior, embora o conturbado quadro econômico e político doméstico ainda alimente cautela entre agentes financeiros.

O Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo, subiu 2,17%, a 46.463 pontos.
A Vale subiu mais de 5%, tendo como pano de fundo dia de preços praticamente estáveis do minério de ferro na China, onde os mercados ficarão fechados na quinta e sexta-feira. O Itaú BBA também divulgou relatório sobre o setor de mineração, destacando entre outros pontos que a Vale está recuperando a sua vantagem competitiva em minério de ferro e que os custos podem cair ainda mais. A Vale ainda anunciou que obteve liminar suspendendo a decisão judicial que paralisava as atividades de mineração do empreendimento de níquel de Onça Puma, no Pará, desde meados do mês passado.

A Petrobras passou a primeira parte do pregão em queda, mas passou a subir à tarde, em meio à alta nos preços do petróleo. A empresa registrou alta de 2,68% nas preferenciais e de 2,51% nas ordinárias

Itaú Unibanco e Bradesco subiram 2,35% e 1,83%, respectivamente, após as perdas recentes, respondendo por suporte ao Ibovespa dada a elevada participação que detêm na composição do índice.

Cenário interno e internacional
No exterior, bolsas em Nova York subiram após novas medidas na China para frear o nervosismo no mercado e números sobre emprego privado da ADP corroborando apostas de que o Federal Reserve, banco central dos EUA, pode não elevar os juros no país este mês.

No cenário interno, agentes financeiros seguem cautelosos quanto à dificuldade do governo federal em encontrar alternativas para melhoria das contas públicas, sem grande espaço para mexer nos gastos e com dificuldade em aumentar a arrecadação.

Dados de produção industrial mais fracos do que o esperado reforçaram o cenário negativo sobre a economia brasileira, enquanto agentes financeiros ainda estão digerindo o recente anúncio de um déficit fiscal primário em 2016, que reavivou apostas de perda do grau de investimento do país.

Em nota a clientes, o Credit Suisse destacou que investidores mostraram nos últimos dias que um eventual rebaixamento da classificação de crédito do Brasil ainda não estava totalmente no preço.

De acordo com alguns profissionais do mercado financeiros, na falta de um desfecho para a crise política, que leve a um acordo para medidas visando a retomada da economia, as melhoras dos ativos locais tendem a ser pontuais.

Também está no radar nesta quarta-feira reunião de política monetária do Banco Central, na qual a taxa Selic deve ser mantida em 14,25% ao ano, de acordo com 29 de 30 economistas ouvidos pela Reuters.

Fonte: G1

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