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Após cair pela manhã, dólar fecha em alta, acima de R$ 3,90

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21/10/2015 - 07:46

Dólar avançou 0,67%, a R$ 3,9028 na venda.
Moeda dos EUA fechou acima de R$ 3,90 pela 1ª vez em duas semanas.

Em sessão instável, o dólar fechou acima de R$ 3,90 nesta terça-feira (20) pela primeira vez em duas semanas, acompanhando os movimentos da moeda norte-americana no exterior em mais um dia marcado por poucos negócios, com investidores ainda preocupados com a indefinição política no Brasil.

 O dólar avançou 0,67%, a R$ 3,9028 na venda, na maior cotação de fechamento desde 2 de outubro (R$ 3,9457).

A divisa dos EUA chegou a cair a R$ 3,8472 na mínima do dia, mas passou a subir no início da tarde.

Na semana, o dólar acumula alta de 0,76% e no mês, queda de 1,58%. No ano, há valorização de 46,79%.

"Sem grandes notícias, o mercado opera pontualmente, especula bastante e o volume pequeno tende a aumentar a volatilidade", disse o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado.

Incertezas que vão desde a permanência de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda até a possibilidade de eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff vêm deixando investidores nervosos nas últimas semanas, mas o ritmo mais lento do noticiário no início desta semana levou o mercado de câmbio a reduzir a marcha, destacou a agência Reuters.

Além disso, muitos operadores vêm evitando realizar apostas expressivas por medo de serem pegos no contrapé em um momento de fortes incertezas. "O mercado está muito machucado, não tem fluxo. Só tem estrangeiro operando", disse o especialista em câmbio da corretora Icap Ítalo Abucater.

Veja a cotação ao longo do dia:
Às 9h20, recuava 0,477%, a R$ 3,8583.
Às 10h30, recuava 0,382%, a R$ 3,8620.
Às 11h20, recuava 0,144%, a R$ 3,8712.
Às 12h26, avançava 0,04%, a R$ 3,8786
Às 13h03, recuava 0,11%, a R$ 3,8727
Às 13h48, recuava 0,07%, a R$ 3,8741.
Às 14h09, avançava 0,17%, a R$ 3,8832.
Às 14h40, avançava 0,55%, a R$ 3,8982.
Às 15h05, avançava 0,45%, a R$ 3,895.
Às 15h35, avançava 0,58%, a R$ 3,899.
Às 16h, avançava 0,77%, a R$ 3,9067.

Nesta manhã, o Banco Central deu continuidade ao seu programa diário de interferência no câmbio, seguindo a rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, com oferta de até 10.275 contratos, que equivalem a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 6,655 bilhões, ou cerca de 65% do lote total, que corresponde a  US$ 10,278 bilhões.

Cenário no Brasil e internacional
Nesta manhã, a oposição informou que adiou para quarta-feira o protocolo na Câmara dos Deputados do novo pedido de impeachment contra Dilma.

Por outro lado, no campo fiscal, aumentava a expectativa sobre uma nova revisão da meta de superávit primário deste ano, com o governo podendo reconhecer um déficit que poderia chegar a R$ 50 bilhões.

No campo externo, dados mistos sobre a economia dos Estados Unidos vêm trazendo dúvidas sobre se os juros norte-americanos subirão neste ano. Se de fato o Federal Reserve, banco central dos EUA, não agir neste ano, ativos de países emergentes, que pagam juros elevados, continuariam atraentes.

 

Fonte: G1

 

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